Personalidades da FEMA
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Saul Dante Liberali era filho de um dos fundadores da cidade e, diariamente, dava continuidade ao trabalho iniciado pelos seus antepassados. Natural de Santa Rosa, militar reformado, Saul escreveu sua história junto com o desenvolvimento da cidade.

“A colônia de Santa Rosa começou efetivamente no dia 05 de janeiro de 1915 e o meu avô veio pra cá em 1916. Ele era topógrafo e agrimensor, e veio pra cá contratado pra fazer as medições das terras compreendidas entre o rio Santo Cristo e o rio Santa Rosa”.

Palavras de Saul Dante Liberali.

FEMA

Segundo Saul, sua história se funde com a história da Fundação Educacional Machado de Assis – FEMA. Em 25 de janeiro de 1949, ele entrou no Exército e, em 21 de abril do mesmo, a FEMA foifundada. Saul cursou o supletivo de segundo grau, foi aluno da primeira turma do então, Instituto Machado de Assis. Também fez o curso de técnico em contabilidade, no qual se formou em 1957.

“Pra mim a FEMA faz parte da minha vida. Fui eu que lavrei a ata de mudança do Instituto Machado de Assis para Fundação Educacional Machado de Assis. Eu sempre fui muito ligado, sempre fui do conselho”.

Decidido em fazer carreira militar, Saul realizou vários cursos no exército, entrou como soldado e aos, 20 anos de idade, já era segundo sargento.

“Sou muito grato às forças armadas, dentro dela eu mudei meu caráter, a minha vida. Eu sempre prezei pelos princípios militares na minha vida, na disciplina, na educação e retidão. A honestidade sempre esteve acima de tudo. A honestidade é aquilo que não admite ser meio honesto, ou você é ou você não é. Então, dentro do exército eu aprendi a ser definido nas coisas, é ou não é”.

Voluntariado

Ao deixar o exército em 1976, Saul começou a desenvolver e colaborar pelas causas sociais, de forma voluntária e com muito comprometimento.

“Pra mim é muito gratificante. Jamais trabalhei e jamais trabalharei numa função remunerada. Depois que dei baixa do exército jamais exerci funções comunitárias remuneradas. Eu quero deixar, para um dia que não mais estarei aqui, meu nome como voluntário”.

Além da FEMA, Saul desempenhou funções comunitárias na Sociedade Hospitalar de Caridade, Centro Assistencial Sagrada Família (CASF), Lar do Idoso, Lions Clube Internacional, Brasitália, Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Conselho da Comunidade na Execução Penal e Comunidade Capela São João Bosco.

 Lions

Dentro do Lions, que trabalha muito pelo povo, pela educação e pelas obras filantrópicas, Saul sempre desenvolveu várias funções. Como governador eleito por unanimidade no Lions, ele visitou 58 cidades.

“Eu fiz 26 mil quilômetros com meu carro nessa minha vida de governador, que durou um ano. Visitei outros países também a serviço do Lions. Eu me realizei também dentro do Lions. Sou declarado sócio vitalício do Lions, não tenho obrigações tão grandes dentro do Lions, tenho mais liberdade”.

Conselho Pró-Segurança Pública

Saul foi convidado pelo Delegado Regional da época a criar um conselho pró-segurança pública em Santa Rosa, para melhorar as condições de trabalho da polícia local.

“A delegacia de polícia era muito precária. Um dia eu estava lá quando chegou um médico e pediu gentileza pra nós nos retirarmos porque ele precisava fazer um exame de corpo de delito e não tinha sala”.

Saul lembra que tudo era muito pequeno e apertado. Como, na época, era cobrada uma pequena importância da comunidade para o Conselho Pró-segurança Pública, resolveram construir um prédio para a delegacia de polícia.

“Construímos o prédio sem nenhum centavo do governo. Construímos aquilo com o dinheiro que a comunidade de Santa Rosa deu. Sempre prestei conta de tudo o que fiz. E ta lá hoje o prédio da polícia, um dos melhores prédios da polícia do interior do Estado, o governo só contribuiu um o mobiliário”.

Conselho da Comunidade

No Conselho da Comunidade Saul foi eleito presidente e por oito anos exerceu o cargo, no qual desenvolveu várias atividades.

“Nós reformamos todo o presídio. Fizemos obras internas e externas, pintamos. Construímos um prédio que hoje funciona a Fratelli, uma empresa que emprega 20 apenados. Construímos também um espaço para AGCO que envia as peças para serem lixadas e repintadas. Temos uma horta grande e bonita. Construímos um prédio para o Neja. Compramos material de higiene pessoal, que até hoje o conselho supre o presídio com essas coisas. Temos também 15 entidades filantrópicas da cidade que recebem uma distribuição das sobras dos valores do presídio. Construímos um prédio que abriga um posto de saúde para os apenados e um abrigo para os familiares. Porque sempre que um preso precisava ir ao hospital não tinha escolta, era muito complicado”.

Juventus

Saul afirmava que o Juventus Atlético Clube foi fundado na sua casa.

“Eu e o professor Albino elaboramos o estatuto e fundamos o Clube. Inclusive fui, por minha conta, a Porto Alegre encomendar, na Renner, as primeiras camisetas do Atlético. Foi uma história muito bacana”.

Saul tinha orgulho do progresso acelerado de Santa Rosa e considerava que o seu reconhecimento na cidade havia sido uma consagração de uma vida dedicada à comunidade.

“Eu caminho todos os dias por tudo e vejo que a cidade é um canteiro de obras”.

Saul também construiu uma brilhante carreira no exército.

 

Machado de Assis é um escritor genuinamente brasileiro, do Rio de Janeiro, mas, ao mesmo tempo, um homem universal, porque os acontecimentos do mundo encontram sempre, no comentário do cronista, a expressão correspondente a alguém absolutamente conectado ao seu tempo.
Jornalista, cronista, romancista, poeta, teatrólogo e fundador da Cadeira n. 23 da Academia Brasileira de Letras, Machado de Assis, escreve livros que abrangem praticamente todos os gêneros, dentre os quais, as poesias Crisálidas e Falenas e os romances Ressurreição, A Mão e a Luva,Helena, Iaiá Garcia, Memórias Póstumas de Brás Cubas, além do clássico Dom Casmurro.

De origem humilde, mulato e filho de operário, Machado de Assis caracterizava-se por um aspecto curioso: quando jovem, abastecia-se de autores no Gabinete Português de Leitura, por empréstimo, não se limitando unicamente a lê-los, mas a distinguir, nos textos, aqueles trechos que lhe traziam ensinamentos. “Foi um homem que se preparou para ser escritor, dominando um vocabulário, escolhendo seus mestres”, comenta o professor Josué Montello, eleito para a Cadeira de n. 29 da ABL.
Machado de Assis nos deixa uma importante lição: desde cedo, tem a consciência de que, para conquistar um espaço social, é preciso ter gosto pela aprendizagem. Por ter essa relação com a educação e o aprender, em 1949 é fundado o Instituto Machado de Assis, cuja sugestão de nome é feita pelo Sr. Armando Buchmann, que vê, nesse literato, um modelo de estudante noturno.

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Fioravante Pedrazani, filho de Pedro Pedrazani e Laura Rossetti, nasce em Guaporé, Rio Grande do Sul, no dia 21 de dezembro de 1911. Fioravante Pedrazani chega em Santa Rosa em 1º de março de 1948. Inicialmente, Pedrazani leciona no departamento masculino do então Ginásio Santa Rosa de Lima. No mesmo ano, é indicado pela Secretaria de Educação e Cultura para lecionar à noite no Curso de Alfabetização de Adolescentes e Adultos.
Vendo a necessidade e a demanda de se ter em Santa Rosa um colégio com aulas noturnas,  oportunizando aos que trabalham durante o dia estudar à noite, Pedrazani planeja ações para construir um educandário noturno. Com a ajuda dos Srs. Alberto Matter, Armando Buchmann, Ivo Leopoldo da Silveira, Nelson Gräber, Alberto Cristansen, Hilário Zenni, Guilherme Rieck, Osvino Kerber, mais tarde, integram o grupo também o Sr. Saul Dante Liberali e Giolar Dorneles, criam uma Escola de funcionamento à noite para Santa Rosa.
Assim, em 21 de abril de 1949, é fundado o Instituto Machado de Assis, nome sugerido sugerido pelo Sr. Armando Buchmann, que tem esse escritor como um modelo de estudante noturno. A instituição funciona, inicialmente, com os cursos de especialização de mão de obra do SENAC e preparatórios para exame de madureza pelo Art. 100. O Instituto teve suas primeiras aulas na Prefeitura Municipal e em um anexo a uma fábrica de sabão.
Com o passar do tempo, o espaço não suporta mais a demanda de alunos. Assim, aluga-se parte das dependências do Hotel Joner, na Rua Santo Ângelo. Paralelamente a isso, Fioravante sempre oferece cursos de datilografia na sua residência, pois o Instituto ainda não disponibiliza destes.
A região estando em expansão, Predrazani, com o apoio do Sr. Álvaro de Figueiredo Paz e do diretor do Ensino Comercial do MEC, o professor Lafayete Bufort Garcia, inicia o processo de instalação da Escola Técnica de Comércio Machado de Assis, pioneira no Ensino Técnico em Santa Rosa e na região. Em 1952, pela Portaria Ministerial nº 1.005/52, é oficializada a Escola Técnica Machado de Assis, tendo, em 1954, formado a primeira turma de Técnicos e Contabilidade, sendo, a maioria dos formandos, os próprios fundadores.
Apoiado pela comunidade Santarrosense, pelo prefeito Leandro Calson e pelo vereador Itamar Sampaio Santos, consegue-se, junto à Prefeitura Municipal, uma verba de 300 mil Cruzeiros para a construção dos primeiros blocos do Colégio, em 1959. Em 1961, é estabelecida a atual denominação, Fundação Educacional Machado de Assis, e, nesse ano, Fioravante Pedrazani começa o processo de implantação do Ensino Superior em Santa Rosa.
Muitas visitas ao Ministério da Educação são feitas por Pedrazani e sua equipe, mas, o que apressa a vinda do Ensino Superior a Santa Rosa, é o convite que uma turma de formandos fez ao amigo de Pedrazani, Tarso Dutra, para ser paraninfo da turma. Tarso se hospedou na casa de Pedrazani e, em meio a outras conversas, Dutra mostra qual é o caminho mais rápido de trazer uma faculdade à cidade: filiar-se à PUC de Porto Alegre. Como tem  amizade com o Irmão Otão, colaborador na administração dessa instituição da capital, há maior facilitação do processo.
Em 1969, com efeito, o Ensino Superior passa a fazer parte da Fundação. Assim, Pedrazani e Otão trouxeram para a FEMA uma extensão da PUC, com o Curso de Ciências Contábeis, e, para o Colégio Dom Bosco, uma extensão da Universidade Federal de Santa Maria, com a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras. Irmão Otão, atualmente, é o nome do DICEIO (Diretório Central de Estudantes Irmão Otão).
Em 1989, efetiva-se o Curso de Educação Artística, Habilitação em Artes Plásticas e Desenho, e, em 1998, é implantado o Curso de Administração, com ênfase em Comércio Internacional. Sempre na busca de proporcionar aos santarrosenses mais oportunidades de aprimoramento acadêmico, a FEMA implanta: em 2005, o Curso de Serviço Social; em 2006, o Curso de Direito; em 2010, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e em Gestão da Tecnologia da Informação.
Atualmente, sob a presidência do Sr. Saul Dante Liberali, um dos primeiros alunos do Instituto Machado de Assis, a FEMA oferece também cursos de Pós-graduação, como MBA em Auditoria e Perícia Contábeis, MBA em Gestão com Pessoas e Especialização em Direito do Trabalho e Direito Previdenciário Aplicados. Com isso, a FEMA também assume, prosseguindo o sonho de Pedrazani, a responsabilidade de tornar o Ensino Superior um referencial em qualidade na região.
Além dos cursos apresentados, a FEMA conta com a Rádio FEMA Educativa, que está no ar 24h por dia e, em 2011, completa oito anos de muita música, cultura e informação. Logo, ao longo dessas primaveras, a FEMA orgulha-se em cumprir com a sua missão de ser um referencial de ensino qualificado, no desenvolvimento pessoal e na formação profissional, a serviço da comunidade da região. A FEMA, pois, constitui-se em uma história construída na e pela comunidade.
Fioravante Pedrazani, casado com Dona Maria Joaquina Antunes Pedrazani desde 1955, tem quatro filhos: Rose Marie, Anne Marie, Cezar Augusto e Andrea Antunes. Ele falece em 26 de janeiro de 1998.

CURRICULUM VITAE

Cursos:
I – 1º Grau: Seminário Champagnat, Porto Alegre/RS, 1935.
II – 2º Grau: Curso Técnico de Contabilidade, Escola Técnica Machado de Assis, Santa Rosa/RS, 1935.
III – 3º Grau: Bacharel em Filosofia, Faculdades de Filosofia Ciências e Letras, Ijuí, 1960.
IV – Licenciado em Filosofia Ciências e Letras, Ijuí/RS, 1961.
V – Pedagogia com terminalidade em Inspeção Escolar
VI – Pós-graduação em Inspeção, PUC/RS.

Participação em Cursos e Eventos:
I – Curso de Língua e Literatura Latina, Universidade de Ar, 1945.
II – II Semana de Orientação Técnico Pedagógica de Ensino Comercial, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, 1950.
III – Curso de Datilografia, Instituto Machado de Assis, 1953.
IV – I Congresso Brasileiro de Ensino Comercial, Diretoria do Ensino Comercial MEC, 1955.
V – II Missão Pedagógica do Ensino Comercial, Faculdades de Ciências Econômicas, UFRGS, 1956.
VI – Curso de Extensão Universitária, Faculdades de Filosofia Ciências e Letras, Ijuí/RS, 1961.
VII – V Congresso Brasileiro de Ensino Técnico Comercial, MEC, 1963.
VIII – Curso de Orientação para Diretores e Secretários de Escola de Comércio, Faculdade de Ciências Econômicas, UFRGS, 1964.
IX – Encontro de Fiscais do Ensino Normal, SEC, 1965.
X – VII Congresso Brasileiro do Ensino Técnico Comercial, MEC, 1967.
XI – Seminário para Administradores Escolares, MEC, 1968.
XII – Participação da Comissão Organizadora do Ensino Superior de Santa Rosa, RS, 1969
XIII – Curso de Orientação para Diretores e Secretários de Escolas de Comércio, MEC, 1969.
XIV – Curso Intensivo de Stage de Français, FIDENE, 1969.
XVI – Curso de Previdência Social e Legislação Trabalhista, 17ª DE, Santa Rosa/1969
XVII – Seminário de Estudos para Inspetores de Ensino, AIERGS, 1977
XVIII – Seminário de Estudos Integrados – Pesquisa e Tecnologia para o Desenvolvimento, PUC/RS, 1978.
XIX – II Testagem do Material Instrumental de Atualização de Inspetores Escolares, Fundação para desenvolvimento de Recursos Humanos, 1978.
XX – Metodologia do Ensino Superior, PUC/RS, 1978.
XXI – Curso de Extensão Cultural versando aspectos Filosóficos, Políticos, Econômicos ligados ao tema “Democracia e Justiça”, Instituto Lindolfo Coller , 1981.
XXII – Seminário Regional de Aspectos Psicopedagógicos e Metodológicos do Ensino, DGE 38, 1981.
XXIII – Participação como Jurado de Projetos Culturais da 11ª Fenasoja, 1996.
XXIV – Participação no 13º Encontro Estadual de Hortigranjeiros, 1996.

Títulos e Honorários
I – Diploma de Honra ao Mérito, Emissoras Sul-Brasileiras Ltda, 1970.
II – Diploma de Medalha do Mérito Comunitário, Prefeitura Municipal de Santa Rosa, 1971.
III – Título Benemérito de Cidadão de Santa Rosa, Câmara Municipal de Santa Rosa, 1977.
IV – Diploma de Preferência Pública, Professor de Ensino Superior, ENAP, 1978.
V – Diploma de Medalha de Ouro, FEMA, Santa Rosa, 1981.
VI – Membro Benemérito, FEMA, Santa Rosa, 1981.
VII – Diploma de Relevantes Serviços Prestados ao Ensino e Educação Santarosense, Prefeitura Municipal de Santa Rosa, 1981.
VIII – Título de Professor Emérito, PUC/RS, 1982.
IX – Título de Professor Emérito, Faculdades de Ciências Contábeis e Administrativas de Santa Rosa, 1982.
X – Diploma de Colaborador Emérito do Exercito Brasileiro, 1988.
XI – Medalha de Pacificador e Diploma, 1988.
XII – Diploma de Colaborador e Amigo do 19º R C Mec, 1988.
XIII – Destaque em Educação e Cultura pela Imprensa Local, 1990.
XIV – Diploma de Colaborador e Amigo do 9º Batalhão Logístico, 1990.
XV – Diploma e Medalha da Ordem do Mérito Militar (Grande Cavaleiro), 1991.
XVI – Diploma de Colaborador e Amigo da 16ª Brigada de Infantaria Motorizada (Brigada das Missões), 1993.
XVII – Diploma de Amigo e Colaborador do 1º RC Mec (Regimento Sá Brito), 1995.
XVIII – Ofício s/nº-E1-5 da Brigada de Cavalaria Mecanizada de agradecimento pela execução e aplicação do Projeto Memória, 1995.
XIX – Diploma de Amigo do 3º Batalhão Logístico, 1995.
XX – Diploma e Medalha de Educador Emérito do Estado do Rio Grande do Sul, 1995.

Atividades Profissionais
I – Professor, de 1931 a 1981, das disciplinas de: Geografia; Latim; Francês; Filosofia; História.
II – Diretor das seguintes instituições:
Ginásio Nossa Senhora do Patrocínio, Dom Pedrito, RS, de 1944 a 1945.
Ginásio São José, Soledade, RS, de 1945 a 1947.
Escola Técnica de Comércio Machado de Assis, Santa Rosa, RS, de 1949 a 1970.
Faculdades de Ciências Contábeis e Administrativas de Santa Rosa, Santa Rosa, RS, de 1970 a 1978.
Museu e Biblioteca Marechal Castelo Brando do 19º R C Mec, Santa Rosa, RS.
III – Inspetor de Ensino de 1º e 2º Graus:
SEC – Estado do Rio Grande do Sul, 17ª DE, Santa Rosa, RS, de 1962 a 1981.
1º Chefe do Serviço de Controle Escolar da 17ª DE, Santa Rosa, RS, 1971
IV – Fundador das instituições de ensino:
Ginásio Municipal São Gabriel, São Gabriel, RS, 1938.
Ginásio São José, Soledade, RS, 1946.
Ginásio Sarandiense, Sarandi, RS, 1947.
Ginásio Santo Antônio de Pádua, São Luiz Gonzaga, RS, 1947.
Instituto Machado de Assis, Santa Rosa, RS, 1949.
Ginásio Concórdia, Santa Rosa, RS, 1953.
Escola Técnica de Comercio Francisco D’ Áuria, Tucunduva, RS, 1956.
Escola Técnica de Comércio Frederico Jorge Logermann, Horizontina, RS, 1962.
Ginásio Tamandaré, Porto Mauá, RS, 1970.

Contatos

Unidade I e II:
Escola Técnica, Faculdades, Escritório de Práticas Administrativas e Contábeis; e Escritório de Assistência Jurídica – Rua Santos Dumont, 820.
Unidade III:
Faculdades Integradas Machado de Assis – Rua Santa Rosa, 902.
Tel.: (55) 3511-9100.
CEP: 98780-109
Unidade IV:
Escola de Educação Infantil – Rua Santo Ângelo, 219.
Tel.: (55) 3512-6496.
CEP: 98780-076

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