TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

O Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos é reconhecido pela Portaria Ministerial n° 39, de 14 de fevereiro de 2013, do Ministério da Educação, publicada no DOU n°31 – seção 1 em 15 de março de 2013. Renovado o reconhecimento pela Portaria 705, de 18 de dezembro de 2013 publicada no Diário Oficial da União nº 246, seção 1 de 19 de dezembro de 2013, com 55 vagas anuais, em funcionamento no turno da noite.

O Curso

O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos tem por finalidade atender à expectativa da comunidade regional, relacionada à carência de mão de obra qualificada para suprir a demanda na área de Gestão de Pessoas e de Administração de Recursos Humanos.
Dentre as competências e as habilidades que o profissional em Tecnologia de Gestão de Recursos Humanos desenvolve ao longo do curso, destacam-se a atuação de forma criativa em qualquer área de gestão de pessoas; a aplicação de forma inovadora e independente dos conhecimentos adquiridos, na busca de soluções para identificar mudanças e para avaliar políticas de gestão.
Quanto ao processo de recrutamento e de seleção, o acadêmico desenvolve conhecimentos para diagnosticar, elaborar e executar programas eficientes nesse campo, realizando entrevistas e identificando a adequação do perfil dos candidatos às vagas existentes.
No que concerne ao desenvolvimento e à retenção de talentos, o profissional de Gestão de Recursos Humanos adquiri conhecimentos e as ferramentas necessárias para capacitar e desenvolver pessoas, além de elaborar e de implementar programas de remuneração e de benefícios atrativos às necessidades das organizações. Ainda, apropria-se de conhecimentos para criar sistemas de avaliação de desempenho, de programa de segurança e de saúde do trabalhador, bem como de plano de carreira e de sucessão de gestores.
No planejamento estratégico da organização, o profissional pode contribuir, a partir do estabelecimento de prioridades, da definição de objetivos e de acompanhamento das estratégias, para a política de Recursos Humanos das instituições. Ele deve tomar decisões em gestão de pessoas, em consonância com o cenário econômico, respeitando a Legislação Trabalhista e as Normas Coletivas aplicáveis. Também é de sua responsabilidade formar equipes de trabalho e identificar líderes pró-ativos, mediando conflitos.
Dessa forma, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos se insere nas finalidades institucionais da Fundação Educacional Machado de Assis e da missão de formar com qualidade acadêmica, com inserção e com responsabilidade social balizadas pela ética profissional.

Características
TITULAÇÃO: Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos
VAGAS: 55 vagas, ofertadas em processo seletivo único
DURAÇÃO: 2,5 anos (5 semestres)
CARGA HORÁRIA: 1.666 (um mil seiscentos e sessenta e seis) horas/aula mais 200 (duzentas) horas de estágio supervisionado

Objetivos
Preparar profissionais capazes de acompanhar as mudanças que ocorrem na organização social do trabalho, bem como na organização e implementação dos processos de gerenciamento de pessoas, a fim de ser um coordenador capaz de identificar as habilidades individuais dos colaboradores da organização.

Perfil do Egresso
O profissional formado no Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos pelas Faculdades Integradas Machado de Assis  – FEMA, deverá ter amplos conhecimentos nos processos de planejamento e gerenciamento de pessoas, atuando de forma crítica, analítica e lógica como um mediador e coordenador, capaz de identificar as habilidades individuais dos colaboradores da organização.
O profissional desenvolverá as seguintes competências:
– Atuar de forma criativa em qualquer área de gestão de pessoas;
– Aplicar de forma inovadora e independente os conhecimentos adquiridos na busca de soluções;
– Identificar mudanças e avaliar políticas de gestão;
– Entrevistar e identificar a adequação do perfil dos candidatos às vagas existentes;
– Estabelecer prioridades, definir objetivos e verificar estratégias para a política de Recursos Humanos das organizações;
– Conhecer e aplicar as tecnologias de informação aplicáveis nos subsistemas de RH;
– Diagnosticar, elaborar e executar programas eficientes de recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, remuneração e benefícios, avaliação de desempenho, carreira e sucessão, segurança e saúde do trabalhador;
– Tomar decisões em gestão de pessoas em consonância com o cenário econômico, respeitando a legislação trabalhista e as normas coletivas aplicáveis;
– Formar equipes de trabalho e identificar líderes pró-ativos, mediando conflitos;
– Coordenar as práticas de departamento de pessoal das organizações, assegurando a observância da legislação trabalhista e previdenciária e as normas coletivas, bem como a elaboração e guarda da documentação legal;
– Coordenar pagamentos de salários, férias, gratificações natalinas e os respectivos encargos;
– Elaborar e gerenciar programas de benefícios e incentivos.

Corpo Docente

PPC 2009

O Curso está estruturado em cinco semestres/módulos, o qual possibilita o acadêmico ao final de cada semestre receber um Certificado referente ao módulo cursado.

PPC 2013

O Curso está estruturado em cinco semestres/módulos, o qual possibilita o acadêmico ao final de cada semestre receber um Certificado referente ao módulo cursado.

PPC 2017

O Curso está estruturado em cinco semestres/módulos, o qual possibilita o acadêmico ao final de cada semestre receber um Certificado referente ao módulo cursado.

Confira:

– Grade Curricular RH 2017

Horários

Horário 2019/2

Calendário Acadêmico:
TCC

O  Trabalho  de  Conclusão  de  Curso  (TCC)  constitui-se  em  um momento  de  potencialização  e  sistematização  de  habilidades  e  competências adquiridas ao longo da graduação na forma de pesquisa acadêmico-científica, como uma  experiência  fundamental  na  formação  do Tecnólogo  em  Gestão  de  Recursos Humanos.

Confira o regulamento aqui.

 

Iniciação Científica

Através das atividades de iniciação científica e tecnológica é possível contribuir para que o acadêmico desenvolva habilidades de comunicação, expressão, interpretação e atividades de pesquisa.

Tais atividades são compostas por apresentação de artigos, elaboração de resenhas e elaboração e apresentação de artigo científico.

5º semestre

MEC

Com a finalidade da melhoria da qualidade do ensino, o Governo Federal instituiu, pela Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, objetivando assegurar o processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico. A avaliação acontece por três instrumentos: a Avaliação Institucional, a Avaliação dos cursos de graduação e o ENADE. Este último, o Exame Nacional de Avaliação do Desempenho do Estudante, é componente curricular obrigatório a todos os cursos de graduação e a participação dos acadêmicos é condição prévia ao registro no histórico escolar da situação regular junto ao ENADE. A FEMA efetua as inscrições dos estudantes dos cursos avaliados, como ingressantes ou como concluintes, e o INEP constitui, por amostragem, os participantes do ENADE. Faz parte da prática da FEMA divulgar o ENADE aos discentes, ressaltando, com explicações minuciosas, a importância e a obrigatoriedade da participação dos acadêmicos selecionados no exame, a fim de conscientizá-los adequadamente.

FEMA

As avaliações da aprendizagem e do desempenho escolar são feitas por disciplina ou por módulos, dependendo do projeto pedagógico de cada curso, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos ministrados em cada um deles. A frequência às aulas e a participação nas demais atividades escolares são direitos dos alunos aos serviços educacionais prestados pela Instituição e são permitidas apenas aos alunos regularmente matriculados, nos termos do contrato de prestação de serviços educacionais assinado entre as partes. Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina, o aluno que não tenha obtido frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas e nas demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou os processos de recuperação. É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, sendo-lhes atribuídos, nesses casos, como compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho de Administração Superior – CAS. O aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos, sejam nas provas escritas, nos trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares ou nas provas parciais. Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares, sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. Os exercícios escolares e as outras formas de verificação do aprendizado, previstos no plano de ensino da disciplina, sendo aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. A verificação e o registro da frequência em diário de classe são da responsabilidade do professor e, seu controle, para todos os efeitos legais, caberá à Secretaria Acadêmica das Faculdades, nos termos do presente Regimento Unificado. Compete ao professor da disciplina elaborar e julgar, de forma pedagogicamente adequada, as atividades avaliativas definidas no projeto pedagógico do respectivo curso, assim como, de acordo com o determinado no presente Regimento Unificado. Haverá, durante cada semestre letivo, 02 (duas) avaliações oficiais, para verificação do aprendizado nas disciplinas, sendo aplicadas ao longo do período letivo, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior – CAS, e previstas no Calendário Acadêmico das Faculdades. A cada verificação de aproveitamento, é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação decimal. Atendida à exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas e a demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina, no período letivo, quando obtiver média final igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). Entretanto, será atribuída nota 0 (zero) ao aluno que deixar de submeter-se à verificação na data fixada, bem como ao que, na avaliação, utilizar-se de meio fraudulento. As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental e laboratorial ou de outra periodicidade, em função da não aplicabilidade de provas escritas ou tradicionais, terão sua forma de avaliação definida em norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior – CAS. Será permitida a realização de avaliações substitutivas, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior – CAS, e a obtenção da média final, por meio da média aritmética simples das médias das avaliações parciais oficiais realizadas nas várias etapas do período letivo, nas respectivas disciplinas. As médias parciais oficiais poderão levar em conta trabalhos escritos, orais, seminários de avaliação e outros instrumentos de medida do aprendizado, propostos pelos professores ao longo dos períodos letivos parciais. Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias semestrais, bem como os critérios para as outras formas de avaliação realizadas ao longo do período letivo, serão fixados em norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior – CAS.