TECNOLOGIA EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

O Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação é reconhecido pela Portaria Ministerial n° 605, de 19 de novembro de 2013, do Ministério da Educação, publicada no DOU n° 225 – seção 1, em 20 de novembro de 2013, com 55 vagas anuais, processo de vestibular único e funcionamento no turno da noite. Ele tem por finalidade atender à expectativa e à necessidade da comunidade regional, relacionada à carência de mão de obra qualificada para suprir a demanda na área de TI.

O Curso
A influência mais significativa, nas organizações empresarias, nos últimos anos, é a rápida transformação nas formas de estruturar e de utilizar os Sistemas de Informação. Visto como um componente estratégico, que automatiza processos organizacionais, é fonte de vantagens competitivas, construindo-se por meio da análise de cenários, bem como do apoio ao processo de decisão e de implementação de novas estratégias de negócios.
Crescendo a necessidade de captar, de gerenciar, de armazenar, de processar e de transmitir a informação, enfatiza-se a assertiva de que a informação correta, se fornecida à pessoa certa, de forma correta e no tempo certo, pode melhorar e assegurar a eficiência organizacional. Nesse aspecto, com a evolução das tecnologias, estão crescendo vertiginosamente as necessidades nas organizações de ter um Sistema de Informação, para que este possa auxiliar as instituições a tornarem-se mais competitivas, em um mercado  globalizado.
Nesse prisma, o papel do profissional em Gestão da Tecnologia da Informação – TI também sofreu mudanças: antes visto como um especialista dedicado ao âmbito das tecnologias, hoje é requisitado como um consultor para todas as áreas funcionais. Este profissional deve ser competente para transformar o potencial dos Sistemas de Informação em uma ferramenta de suporte consistente à toda a empresa. O grande desafio para ele será o de ir além do simples conhecimento da tecnologia e das habilidades dos Sistemas de Informação, lançando ideias relacionadas ao papel maior dos sistemas dentro das corporações.
O profissional de TI precisa conhecer a sua área com mestria, mas também deve ter perfil de gestor para poder conciliar as necessidades da organização e agir de forma sistêmica dentro da empresa. Dessa forma, o egresso do Curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação pode atuar nas empresas em diversos setores e em diversas áreas, pois a Gestão dos Sistemas de Informação, hoje, faz-se necessária em qualquer serviço prestado ao mercado consumidor.
A formação concentra-se nos aspectos gerenciais da tecnologia, nos métodos, nas ferramentas e nos processos de gestão, com uma visão estratégica das organizações e do uso dos sistemas de informação a seu serviço. É importante destacar que não é pretensão do curso formar técnicos ou especialistas em tecnologias específicas e, sim, capacitá-los para o adequado gerenciamento das tecnologias da informação em geral.
Com efeito, o curso insere-se nas finalidades institucionais da Fundação Educacional Machado de Assis e da missão de formar com qualidade acadêmica, com inserção e com responsabilidade social, balizadas pela ética profissional.

Características
TITULAÇÃO: Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação
VAGAS: 55 vagas, ofertadas em processo seletivo único.
DURAÇÃO: 3 anos (6 semestres).
CARGA HORÁRIA: 2.000 (duas mil) horas/aula, mais 160 (cento e sessenta) horas de TCC.

Objetivos
Este curso tem por objetivo precípuo transmitir um conjunto de conhecimentos e de domínios sobre metodologias, ferramentas, procedimentos e políticas relacionados à aplicação da tecnologia da informação nas organizações, desenvolvendo as competências e as habilidades gerenciais que capacitam o aluno a contribuir na gestão estratégica da informação, das tecnologias e dos métodos que suportam o processamento nas organizações.

Em termos específicos, o curso pretende:
I – sensibilizar os participantes para o papel estratégico dos recursos da informação e da tecnologia nas organizações;
II – possibilitar o conhecimento, a compreensão e o domínio das formas de aplicação da Tecnologia da Informação;
III – incentivar a utilização das ferramentas básicas da administração na gestão da informação e da tecnologia.
IV – estimular os participantes do curso para a elaboração e a execução de projetos de implantação de Tecnologias da Informação, visando a contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços e de produtos da organização.
V – contribuir para a geração e para a disseminação dos conhecimentos tecnológicos e gerenciais que possibilitam ao aluno conduzir e/ou participar de projetos, de programas e de atividades de aplicação da Tecnologia da Informação, com qualidade e segurança.
VI – desenvolver a capacidade de autoaprendizagem do aluno.
VII – instaurar a necessidade da busca de novos conhecimentos, de forma crítica e constante.
VIII – preparar talentos humanos capazes de contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável e para o fortalecimento econômico da comunidade em que se insere, por meio da formação empreendedora.

Áreas de Atuação
O profissional formado pelo Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação estará apto para atuar em funções relacionadas à aplicação da tecnologia da informação, tais como:
I –  Gerência/coordenação da área de informática.
II – Implantação de sistemas de informação.
III – Suporte ao usuário.
IV – Consultoria em sistemas de informação.
V – Planejamento, organização e controle administrativo do setor de informática.
VI – Treinamento em informática.
VII – Estudos em âmbito de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado).

Perfil do Egresso
Com base nas novas exigências de profissionalização, ocasionadas pelas transformações que vêm ocorrendo no mundo do trabalho, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação adota uma proposta de formação como solução indicada para o desenvolvimento de competências atualmente exigidas dos profissionais.
Trata-se da qualificação real do acadêmico, compreendida como um conjunto de competências e de habilidades, de saberes e de conhecimentos, que provêm de várias instâncias, tais como: da formação geral (conhecimento científico); da formação profissional (conhecimento técnico); e da experiência social e de trabalho (qualificações tácitas).
O profissional formado pelo Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação deverá apresentar, ao final do curso, competências e habilidades relacionadas à aplicação da Tecnologia da Informação nas organizações e habilidades de gerenciamento dos recursos relacionados a projetos de informatização. A seguir, são destacadas as competências e habilidades a serem alcançadas.

I – Administrar recursos e sistemas em ambientes informatizados, com qualidade, produtividade e segurança.
II – Desenvolver projetos de implantação e de adoção de tecnologias da informação, alinhados aos interesses do negócio.
III – Gerenciar com eficiência os serviços de manutenção e de atendimento de usuários de Sistemas Informatizados.
IV – Ser capaz de analisar situações e contextos, propondo o uso adequado de metodologias e Tecnologias da Informação, bem como as ferramentas de auxílio à solução de problemas organizacionais.
V – Aplicar metodologias para a seleção e para a implantação de sistemas de informação com eficiência.
VI – Planejar, organizar e implantar rotinas de trabalho relacionadas aos processos de gestão da tecnologia da informação, de modo a garantir boa produtividade da área de TI e bom aproveitamento dos recursos nela aplicados.
VII – Ter condições de elaborar estudos, planos e projetos de otimização dos serviços de TI na organização.
VIII – Ser apto a contratar, com eficácia, serviços terceirizados, gerindo-os adequadamente.
IX – Conseguir tomar decisões, ou promovê-las, relativas à adoção de TI e/ou a processos por ela mediados.
X – Promover a organização da função TI na instituição, seja ela disposta em departamento, em setor ou terceirizada.
XI – Adotar postura ética e responsável, de respeito aos valores definidos pela organização e pela sociedade.
XII – Ser empreendedor, com habilidade de identificar novas oportunidades, de formular e de implementar ações orientadas, para atingir os fins de modo criativo e inovador.
XIII – Poder influenciar, estimular e mobilizar positivamente as pessoas, para o alcance dos objetivos propostos.

O Curso está estruturado em seis semestres/módulos, o qual possibilita o acadêmico ao final de cada semestre receber um Certificado referente ao módulo cursado.

Confira a grade curricular do curso aqui.

Após a conclusão dos Módulos I, II e III o acadêmico estará certificado como Assistente de Tecnologia da Informação. Após a conclusão dos Módulos IV e V o acadêmico estará certificado como Analista em Gestão da Tecnologia da Informação. Após a conclusão dos Módulos I, II, III, IV, V e VI o acadêmico receberá o diploma de Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação.

Avaliação do MEC

Com a finalidade da melhoria da qualidade do ensino, o Governo Federal instituiu, pela Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, objetivando assegurar o processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico. A avaliação acontece por três instrumentos: a Avaliação Institucional, a Avaliação dos cursos de graduação e o ENADE. Este último, o Exame Nacional de Avaliação do Desempenho do Estudante, é componente curricular obrigatório a todos os cursos de graduação e a participação dos acadêmicos é condição prévia ao registro no histórico escolar da situação regular junto ao ENADE. A FEMA efetua as inscrições dos estudantes dos cursos avaliados, como ingressantes ou como concluintes, e o INEP constitui, por amostragem, os participantes do ENADE. Faz parte da prática da FEMA divulgar o ENADE aos discentes, ressaltando, com explicações minuciosas, a importância e a obrigatoriedade da participação dos acadêmicos selecionados no exame, a fim de conscientizá-los adequadamente.

FEMA

As avaliações da aprendizagem e do desempenho escolar são feitas por disciplina ou por módulos, dependendo do projeto pedagógico de cada curso, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos ministrados em cada um deles. A frequência às aulas e a participação nas demais atividades escolares são direitos dos alunos aos serviços educacionais prestados pela Instituição e são permitidas apenas aos alunos regularmente matriculados, nos termos do contrato de prestação de serviços educacionais assinado entre as partes. Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina, o aluno que não tenha obtido frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas e nas demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou os processos de recuperação. É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, sendo-lhes atribuídos, nesses casos, como compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho de Administração Superior – CAS. O aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos, sejam nas provas escritas, nos trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares ou nas provas parciais. Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares, sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. Os exercícios escolares e as outras formas de verificação do aprendizado, previstos no plano de ensino da disciplina, sendo aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. A verificação e o registro da frequência em diário de classe são da responsabilidade do professor e, seu controle, para todos os efeitos legais, caberá à Secretaria Acadêmica das Faculdades, nos termos do presente Regimento Unificado. Compete ao professor da disciplina elaborar e julgar, de forma pedagogicamente adequada, as atividades avaliativas definidas no projeto pedagógico do respectivo curso, assim como, de acordo com o determinado no presente Regimento Unificado. Haverá, durante cada semestre letivo, 02 (duas) avaliações oficiais, para verificação do aprendizado nas disciplinas, sendo aplicadas ao longo do período letivo, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior – CAS, e previstas no Calendário Acadêmico das Faculdades. A cada verificação de aproveitamento, é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação decimal. Atendida à exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas e a demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina, no período letivo, quando obtiver média final igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). Entretanto, será atribuída nota 0 (zero) ao aluno que deixar de submeter-se à verificação na data fixada, bem como ao que, na avaliação, utilizar-se de meio fraudulento. As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental e laboratorial ou de outra periodicidade, em função da não aplicabilidade de provas escritas ou tradicionais, terão sua forma de avaliação definida em norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior – CAS. Será permitida a realização de avaliações substitutivas, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior – CAS, e a obtenção da média final, por meio da média aritmética simples das médias das avaliações parciais oficiais realizadas nas várias etapas do período letivo, nas respectivas disciplinas. As médias parciais oficiais poderão levar em conta trabalhos escritos, orais, seminários de avaliação e outros instrumentos de medida do aprendizado, propostos pelos professores ao longo dos períodos letivos parciais. Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias semestrais, bem como os critérios para as outras formas de avaliação realizadas ao longo do período letivo, serão fixados em norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior – CAS.