BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO

O curso de Administração foi reconhecido pela Portaria Ministerial n° 771, de 24 de março de 2004, do Ministério da Educação e do Desporto, publicada no DOU n° 59 – seção 1 em 26 de março de 2004. Renovado o Reconhecimento pela Portaria 737, de 30 de dezembro de 2013 publicada no Diário Oficial da União nº 253, seção 1 de 31 de dezembro de 2013, com 100 vagas anuais, sendo 50 vagas para o processo seletivo do 1° semestre e 50 vagas para o processo seletivo do 2° semestre, em funcionamento no turno da noite.

Características do Curso
Titulação: Bacharel em Administração
Vagas: 100 vagas anuais, sendo 50 vagas para o 1º semestre e 50 vagas para o 2º semestre.
Duração: 4 anos (8 semestres)
Carga Horária: 3.000 (três mil) horas

Histórico
A sociedade, ao passar de um sistema eminentemente agrário para a industrialização, depara-se com a necessidade de administrar os negócios. Entretanto, a falta de pessoas qualificadas e de métodos eficientes para obter uma gestão adequada das suas organizações mostra outra realidade. Faz-se, então, necessário analisar e projetar as mudanças que estão ocorrendo e incentivar instituições e centros para proporcionar oportunidades de qualificação às pessoas. Surgem, assim, os sistemas escolares para a formação de profissionais em diversas áreas, inclusive em administração.
A tarefa da Administração é a de interpretar os objetivos propostos pela organização e transformá-los em ação organizacional, por meio do planejamento, da organização, da direção e do controle de todos os esforços realizados em áreas e níveis da organização, diversas, a fim de alcançar os objetivos, tanto organizacionais como pessoais.
O ensino de Administração no Brasil começa na década de quarenta, para atender às exigências de mercado que cada vez mais apresentam a necessidade de ter uma mão-de-obra profissional. A regulamentação da profissão do administrador ocorre em 09 de setembro de 1965, com a Lei 4.769, que estabelece a denominação de “técnico de administração”. Tal nomenclatura modifica-se em 13 de junho de 1985, com a Lei 7321, estabelecendo, para o profissional, a designação de “administrador de empresas”.

O Curso de Administração
O curso de Administração, com linha de formação específica em Empreendedorismo das Faculdades Integradas Machado de Assis, possui uma carga horária de 3.000 horas de atividades acadêmicas obrigatórias, dividida em quatro anos.
A FEMA tem uma preocupação muito forte em relação à formação profissional dos acadêmicos, oferecendo semestralmente apenas 55 vagas para o turno noturno. Proporciona, dessa forma, um acompanhamento mais direto a todos os acadêmicos.
Registra-se uma procura maior a cada semestre pelo curso de Administração com formação específica em empreendedorismo das Faculdades Integradas Machado de Assis, conforme o número crescente de inscritos nos processos seletivos, sendo resultado de um trabalho sério, dedicado, competente e de muita boa qualidade da Direção, da Coordenação e de seus professores.
Por isso, a FEMA objetiva formar administradores de alto nível, com formação específica e geral, por meio de diversas atividades complementares para a construção de seu conhecimento, como exemplo: convênios de intercâmbio cultural com Universidades da Argentina e do Paraguai; elaboração e apresentação de artigos científicos; trabalhos de pesquisas bibliográficas; atividades práticas em organizações; elaboração de projetos e relatórios de estágio; participação em palestras e em eventos culturais; criação da Revista Científica FEMA: Gestão e Controladoria para publicar trabalhos científicos dos professores e dos alunos, entre outras atividades extracurriculares.

Objetivos

Objetivo Geral
Contribuir na formação de futuros profissionais com condições de desempenhar as atividades inerentes à Administração com formação específica em Empreendedorismo, desenvolvendo competências e capacidades frente às transformações nos mercados, contribuindo com a competitividade e sustentabilidade exigida pelas empresas.

Objetivos Específicos
A viabilização do objetivo geral concretizar-se-á por meio dos objetivos específicos a seguir propostos:
I – Criar condições conceituais e técnicas para a compreensão da importância da visão e do raciocínio estratégico na definição e implementação dos princípios básicos da administração e gerência;
II – Oportunizar estratégias de formação profissional que o levem a pensar e repensar o contexto geral dos negócios no mercado nacional e internacional, articulados com o desenvolvimento sustentável, a ética e responsabilidade social, e atuando com princípios de renovação e atualização constante, ensejando confiança, cooperação, ética nas relações interpessoais e empresariais;
III – Possibilitar o conhecimento, a compreensão e as formas de utilização, no dia-a-dia dos instrumentos e das técnicas modernas de gestão e de administração;
IV – Criar condições para adoção de uma atitude pessoal de autocrítica permanente, de modo que a formação proposta e as novas formas de procedimentos decorrentes sejam uma constante na vida profissional e no ambiente das organizações;
V – Oportunizar aos acadêmico(a)s a elaboração e execução de planos de desenvolvimento, visando melhoria na qualidade de vida e sobrevivência das organizações no contexto global, e estimular o espírito empreendedor;
VI – Entender o papel estratégico da Administração na definição para os mais diferentes tipos de organizações;
VII – Incentivar a adoção de novas atitudes e práticas de novos comportamentos que possibilitem a transferência do aprendizado para o desenvolvimento grupal no âmbito das organizações.

Perfil do Egresso
O curso de Administração da FEMA com formação específica em empreendedorismo e inovação visa formar profissionais com sólidos conhecimentos sobre as teorias da administração, postura ética, capacidade de reflexão e de raciocínio lógico sobre as organizações para provocar e conduzir mudanças que contribua para o desenvolvimento das organizações e das pessoas que a integram, por meio de uma postura empreendedora com ênfase na inovação e nas relações interorganizacionais.
O profissional formado em Administração desenvolverá habilidades e competências para atuar nas diversas áreas da administração, bem como empreender em negócios de terceiros ou no seu próprio negócio. Ainda poderá atuar como facilitador, por provocar mudanças, orientar as pessoas, estimular a mudança de atitudes e comportamentos e a renovação da cultura organizacional.

Horário:

Horário 2019/2

Cronograma de Atividades

Cronograma Atividades 2019/02

Iniciação Científica

Ficha de Acompanhamento
Formulário
Relação de Docentes Orientadores
Periódicos Disponíveis para Consulta Online
Regulamento

Atividades Complementares

Projeto 2009
Projeto 2013
Quadro Demonstrativo das Ativ. Compl. PPC 2009
Quadro Demonstrativo das Ativ. Compl. PPC 2013
Relatório Projeto 2009
Relatório Atividades PPC 2013
Regulamento das Atividades Complementares PPC 2013 e 2017
Solicitação de Validação e Registro – Atividade Complementar

Estágio Supervisionado

Entende-se por estágio supervisionado o desempenho de atividades relacionadas com a execução de trabalho prático, nos quais serão aplicados os conhecimentos ministrados nas disciplinas que compõem o currículo do Curso. O Estágio supervisionado de cada aluno é fixado em 240 horas, onde o aluno só poderá realizar após ter cursado com aprovação e apresentando o Projeto de Estágio de 60 horas que integra ao Estágio Curricular Obrigatório. As áreas para o Estágio supervisionado podem envolver diferentes problemas e situações que dizem respeito a área de Comércio Exterior, tanto no plano teórico como no prático-aplicado. A supervisão do estágio é desenvolvida pelo coordenador com o auxílio de professores orientadores lotados na IES. Com o auxílio do professor orientador o acadêmico receberá os elementos técnicos indispensáveis para o desenvolvimento do seu estágio, além de, periodicamente, acompanhar os relatórios e demais atividades dos estagiários. A apresentação do relatório final obedece às normas da ABNT e de orientações editadas e distribuídas pela Coordenação de Curso e pelo professor orientador.

Confira o regulamento aqui.

Formulário – Aceite do Orientador

Atividade Integradora

Confira o regulamento aqui.

Avaliação do MEC

Com a finalidade da melhoria da qualidade do ensino, o Governo Federal instituiu, pela Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, objetivando assegurar o processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico.
A avaliação acontece por três instrumentos: a Avaliação Institucional, a Avaliação dos cursos de graduação e o ENADE. Este último, o Exame Nacional de Avaliação do Desempenho do Estudante, é componente curricular obrigatório a todos os cursos de graduação e a participação dos acadêmicos é condição prévia ao registro no histórico escolar da situação regular junto ao ENADE.
A FEMA efetua as inscrições dos estudantes dos cursos avaliados, como ingressantes ou como concluintes, e o INEP constitui, por amostragem, os participantes do ENADE. Faz parte da prática da FEMA divulgar o ENADE aos discentes, ressaltando, com explicações minuciosas, a importância e a obrigatoriedade da participação dos acadêmicos selecionados no exame, a fim de conscientizá-los adequadamente.

Avaliação FEMA

As avaliações da aprendizagem e do desempenho escolar são feitas por disciplina ou por módulos, dependendo do projeto pedagógico de cada curso, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos ministrados em cada um deles.
A frequência às aulas e a participação nas demais atividades escolares são direitos dos alunos aos serviços educacionais prestados pela Instituição e são permitidas apenas aos alunos regularmente matriculados, nos termos do contrato de prestação de serviços educacionais assinado entre as partes.
Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina, o aluno que não tenha obtido frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas e nas demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou os processos de recuperação.
É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, sendo-lhes atribuídos, nesses casos, como compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho de Administração Superior – CAS.
O aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos, sejam nas provas escritas, nos trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares ou nas provas parciais.
Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares, sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados.
Os exercícios escolares e as outras formas de verificação do aprendizado, previstos no plano de ensino da disciplina, sendo aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno.
A verificação e o registro da frequência em diário de classe são da responsabilidade do professor e, seu controle, para todos os efeitos legais, caberá à Secretaria Acadêmica das Faculdades, nos termos do presente Regimento Unificado.
Compete ao professor da disciplina elaborar e julgar, de forma pedagogicamente adequada, as atividades avaliativas definidas no projeto pedagógico do respectivo curso, assim como, de acordo com o determinado no presente Regimento Unificado.
Haverá, durante cada semestre letivo, 02 (duas) avaliações oficiais, para verificação do aprendizado nas disciplinas, sendo aplicadas ao longo do período letivo, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior – CAS, e previstas no Calendário Acadêmico das Faculdades. A cada verificação de aproveitamento, é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação decimal.
Atendida à exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas e a demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina, no período letivo, quando obtiver média final igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). Entretanto, será atribuída nota 0 (zero) ao aluno que deixar de submeter-se à verificação na data fixada, bem como ao que, na avaliação, utilizar-se de meio fraudulento.
As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental e laboratorial ou de outra periodicidade, em função da não aplicabilidade de provas escritas ou tradicionais, terão sua forma de avaliação definida em norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior – CAS.
Será permitida a realização de avaliações substitutivas, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior – CAS, e a obtenção da média final, por meio da média aritmética simples das médias das avaliações parciais oficiais realizadas nas várias etapas do período letivo, nas respectivas disciplinas. As médias parciais oficiais poderão levar em conta trabalhos escritos, orais, seminários de avaliação e outros instrumentos de medida do aprendizado, propostos pelos professores ao longo dos períodos letivos parciais.
Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias semestrais, bem como os critérios para as outras formas de avaliação realizadas ao longo do período letivo, serão fixados em norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior – CAS.