Horizontal Drop Down Menus - Parte 3

A contabilidade é tão remota quanto o homem que pensa. Estudos mostram que há mais de 20.000 anos surgiram observações do homem em relação a suas provisões que eram sua riqueza patrimonial.

A qualidade e a quantidade das reservas de utilidades, quer de caça, quer de colheitas, foram elementos que o homem notou como algo distinto, como conquista de seu trabalho. 

Essa observação empírica produziu, também, a idéia originária de coisa que se pode dispor para obter-se utilidade, como meio apto para suprir necessidades, ou seja, o “patrimônio”.

Com o uso da arte, o homem primitivo passou a evidenciar a riqueza patrimonial que detinha em inscrições nas paredes das grutas.

- O desenho do animal ou da coisa representava a natureza da utilidade que o homem primitivo havia conquistado e guardara;

- Os riscos que se seguiam ao desenho, denunciavam a quantidade existente.  

Os primeiros sinais objetivos da existência da contabilidade datam de +- 6.000 a 4.000 a.C., entre a civilização sumérico-babilônica, através de registros feitos e, pedaços de argila com técnica apurada. Nessa época, o comércio já era intenso, o controle religioso sobre o Estado já era grande e poderoso, daí derivando grande quantidade de fatos a registrar, ensejando, também, o desenvolvimento da escrita contábil.

A necessidade de acompanhar a evolução dos patrimônios foi o grande motivo para o seu desenvolvimento. O surgimento do capitalismo deu impulso definitivo a esta importante disciplina, potencializando seu uso e aumentando a sua eficácia.